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quinta-feira, 16 de junho de 2011
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Quero aprender...
Tenho visitado blogs liiindos... criativos... com selinhos, música ao fundo... Muito fofos!!!
Minha jornada de trabalho, agora, me impede de criar, descobrir (gosto de futucar), pesquisar...
Hoje, em especial descobri o blog Casinha pra Viver!
"Quando eu crescer quero ser parecido com ele" (sussurrou o Casinha da Naides). Chegaremos lá meu filho, respondi.
Um grande abraço
Naides
Minha jornada de trabalho, agora, me impede de criar, descobrir (gosto de futucar), pesquisar...
Hoje, em especial descobri o blog Casinha pra Viver!
"Quando eu crescer quero ser parecido com ele" (sussurrou o Casinha da Naides). Chegaremos lá meu filho, respondi.
Um grande abraço
Naides
domingo, 22 de maio de 2011
Miniaturismo
Por Angélica Issue
Regina Passy é uma artista especializada em miniaturismo. Formada em Química, já foi professora de Ensino Médio, mas trocou a tabela periódica pelas aulas de montagem de objetos que representam a realidade. “Sempre fui muito curiosa em saber o modo como cada coisa é feita. Fiz vários cursos e sempre aplicava a técnica em modelos pequenos. Se o curso era de tear, eu fazia um tapete pequeno; nas aulas de sabonete eu escolhia os modelos menores; e nas aulas de pintura, eu sempre procurava peças pequenas para aplicar a técnica. Assim percebi que tudo me levava à miniatura, que a minha técnica é o miniaturismo”, conta a artista plástica e autora do livro A Arte das Miniaturas, em que divide todo o seu conhecimento.
Entenda o miniaturismo além dos carrinhos
Fazer réplicas é um trabalho árduo, muitas vezes não valorizado, mas muito especial. Exige conhecimentos em física e matemática, para compreender a redução da escala, pintura, proporção e simetria do trabalho, e, sobretudo, sensibilidade para representá-lo igualmente ao original. Para se ter ideia, existe uma escala oficial para se fazer miniaturas de ambientes e de casas. A escala do miniaturista é 1:12 (lê-se um para doze), o que significa que cada 12 cm de uma medida real equivale a 1 cm na cópia miniaturizada. Não à toa, essa arte de reduzir ganha cada vez mais espaço em lojas de decoração, feiras de arte e, principalmente, na casa das pessoas.
Fonte de renda
Para quem deseja investir no miniaturismo saiba que é necessário ter habilidade motora fina, já que tudo será feito apenas o controle das mãos e dedos.. Existem artistas que vendem quadrinhos montados e os que vendem peças avulsas para os colecionadores. Tudo depende de quem o artista deseja atingir. “Se focar no colecionador, deve se especializar em algum tipo de material, criar peças únicas e anunciar em lojas virtuais. Agora, se deseja vender em lojas físicas, o ideal é que o artesão crie uma linha original de quadrinhos”, explica Regina.
Vale lembrar que, assim como em qualquer artesanato, o diferencial dos trabalhos não está somente na beleza da peça, mas no acabamento da arte. O bacana é experimentar materiais diversos, ferramentas de outros ofícios minuciosos, como joalheria, confecção de maquetes, ferramentas de dentistas. Além disso, o investimento é baixo e não há necessidade de se ter máquinas. A principal ferramenta do miniaturista é criar sem receio de errar. “Sonhe, ouse e crie”, enfatiza.
Miniaturismo
Por Angélica Yassue
Foto arquivo pessoal
Seja em forma de carrinhos, bonequinhos, casinhas ou comidinhas, as miniaturas atraem olhares e admiração por sua delicadeza e riqueza de detalhes minuciosamente representados em objetos tão pequenos. Com tanta singularidade, essa arte conquistou adeptos que não abrem mão de ver o mundo por outro ângulo, um pouco (ou muito) menor que o real.
Foto arquivo pessoal
Seja em forma de carrinhos, bonequinhos, casinhas ou comidinhas, as miniaturas atraem olhares e admiração por sua delicadeza e riqueza de detalhes minuciosamente representados em objetos tão pequenos. Com tanta singularidade, essa arte conquistou adeptos que não abrem mão de ver o mundo por outro ângulo, um pouco (ou muito) menor que o real.
Regina Passy é uma artista especializada em miniaturismo. Formada em Química, já foi professora de Ensino Médio, mas trocou a tabela periódica pelas aulas de montagem de objetos que representam a realidade. “Sempre fui muito curiosa em saber o modo como cada coisa é feita. Fiz vários cursos e sempre aplicava a técnica em modelos pequenos. Se o curso era de tear, eu fazia um tapete pequeno; nas aulas de sabonete eu escolhia os modelos menores; e nas aulas de pintura, eu sempre procurava peças pequenas para aplicar a técnica. Assim percebi que tudo me levava à miniatura, que a minha técnica é o miniaturismo”, conta a artista plástica e autora do livro A Arte das Miniaturas, em que divide todo o seu conhecimento.
Fazer réplicas é um trabalho árduo, muitas vezes não valorizado, mas muito especial. Exige conhecimentos em física e matemática, para compreender a redução da escala, pintura, proporção e simetria do trabalho, e, sobretudo, sensibilidade para representá-lo igualmente ao original. Para se ter ideia, existe uma escala oficial para se fazer miniaturas de ambientes e de casas. A escala do miniaturista é 1:12 (lê-se um para doze), o que significa que cada 12 cm de uma medida real equivale a 1 cm na cópia miniaturizada. Não à toa, essa arte de reduzir ganha cada vez mais espaço em lojas de decoração, feiras de arte e, principalmente, na casa das pessoas.
Para quem deseja investir no miniaturismo saiba que é necessário ter habilidade motora fina, já que tudo será feito apenas o controle das mãos e dedos.. Existem artistas que vendem quadrinhos montados e os que vendem peças avulsas para os colecionadores. Tudo depende de quem o artista deseja atingir. “Se focar no colecionador, deve se especializar em algum tipo de material, criar peças únicas e anunciar em lojas virtuais. Agora, se deseja vender em lojas físicas, o ideal é que o artesão crie uma linha original de quadrinhos”, explica Regina.
Vale lembrar que, assim como em qualquer artesanato, o diferencial dos trabalhos não está somente na beleza da peça, mas no acabamento da arte. “O bacana é experimentar materiais diversos, ferramentas de outros ofícios minuciosos, como joalheria, confecção de maquetes, ferramentas de dentistas. Além disso, o investimento é baixo e não há necessidade de se ter máquinas. A principal ferramenta do miniaturista é criar sem receio de errar. “Sonhe, ouse e crie”, enfatiza.
Painel de Fotos
Que tal um lindo painel de fotos na parede sobre a sua cama?
Monte facilmente um Painel de Fotos usando o Picasa, programa gratuito do Google.
sábado, 21 de maio de 2011
Dicas - Sacolinhas de jornal para substituir as sacolas plásticas
Uma novidade foi apresentada por Juliana Valentini no grupo de discussão Futuro do Presente: sacolinhas de jornal para colocar na lata de lixo. Feita a partir de dobraduras típicas de origami, elas ajudam na decomposição do lixo, que em contato direto com o ambiente ocorre mais rápida do
que se tivesse em uma sacola plástica.
O processo é muito fácil e dura cerca de 20 segundos. Basta usar uma, duas ou até três folhas de jornal juntas, para que o saquinho fique mais resistente.Como fazer:
1. Faça uma dobra para marcar, no sentido vertical, a metade da página da direita e dobre a beirada dessa página para dentro até a marca, e assim terá um quadrado.
2. Dobre a ponta inferior direita sobre a ponta superior esquerda, formando um triângulo.
3. Dobre a ponta inferior direita do triângulo até a lateral esquerda.
4. O verso ficará igual a figura 4.
5. Vire a dobradura e, novamente, dobre a ponta da direita até a lateral esquerda
6. Para fazer a boca do saquinho, pegue uma parte da ponta de cima do jornal e enfie para dentro da aba que você dobrou por último, fazendo-a desaparecer lá dentro.
7. Sobrará a ponta de cima que deve ser enfiada dentro da aba do outro lado, então vire a dobradura para o outro lado e repita a operação.
8. O jornal ficará igual o da figura 8.
9. Abrindo a parte de cima, eis o saquinho!
10. É só encaixar dentro do seu cesto e parar de usar plástico no lixo!
sexta-feira, 20 de maio de 2011
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